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Pelo facto de não serem notif icadas todas as reações adversas ao Titular deAutorização de Introdução no Mercado e não serem in cluídas na base de dados de segurança, asfrequências destas reações não podem ser determinad as com segurança.9Lista tabelar das reações adversasNa tabela abaixo mencionada estão listadas todas as reações adversas clinicamente relevantes, queocorreram em estudos clínicos com uma incidência su perior ao placebo, pelo sistema de classe deórgãos e frequência (muito frequentes ( ≥1/10), frequentes ( ≥1/100, <1/10), pouco frequentes ( ≥1/1000,<1/100), raros ( ≥1/10 000, <1/1000). Dentro de cada grupo de frequên cias, as reações adversas sãoapresentadas por ordem decrescente de gravidade.Tabela 1: Reações adversas clinicamente relevantes notificadas com uma incidência superior aoplacebo em estudos clínicos controlados e reações a dversas clinicamente relevantes notificadasatravés da vigilância pós-comercializaçãoClasse de sistemade órgãos Muitofrequentes (³ 1/10)Frequentes (³ 1/100,<1/10) Pouco frequentes ( ³ 1/1000, <1/100)Raros(³ 1/10 000,<1/1000)Infeções einfestaçõesRiniteDoenças dosistema imunitárioHipersensibilidadeDoenças dosistema nervoso Cefaleia Tonturas Sonolência,hipoestesia Acidentecerebrovascular,acidente isquémicotransitório,convulsão*,recorrência deconvulsões *, síncopeAfeções oculares Alteração visual dacor**,perturbaçãovisual, visãoturva Alteraçõeslacrimais***, dorocular, fotofobia,fotopsia, hiperemiaocular, nitidezvisual, conjuntivite Neuropatia óticaisquémica anteriornão artrítica(NAION)*, oclusãovascular da retina *,hemorragia retiniana,retinopatiaarteriosclerótica,anomalia da retina,glaucoma, defeito docampo visual,diplopia, acuidadevisual diminuída,miopia, astenopia,moscas volantes,alteração daíris, midríase, visãoem halo, edema doolho, tumefaçãoocular, alteração davisão, hiperemiaconjuntival, irritaçãoocular, sensaçãoanormal no olho,edema palpebral,alteração da cor daescleróticaAfeções do ouvidoe do labirintoVertigens, acufenos Surdez10Classe de sistemade órgãos Muitofrequentes (³ 1/10)Frequentes (³ 1/100,<1/10) Pouco frequentes ( ³ 1/1000, <1/100)Raros(³ 1/10 000,<1/1000)Cardiopatias Taquicardia,Palpitações Morte súbita *, enfartedo miocárdio,arritmia ventricular*,fibrilhação auricular,angina in stávelVasculopatias Rubor,afrontamentoHipertensão,hipotensãoDoençasrespiratórias,torácicas e domediastinoCongestãonasal Epistaxe, congestãosinusal Aperto da garganta,edema nasal, securanasalDoençasgastrointestinaisNáuseas,dispepsia Doença de refluxogastroesofágico,vómito, dorabdominal alta,xerostomiaHipoestesia oralAfeções dostecidos cutâneos esubcutâneos Erupção cutânea Síndrome deStevens-Johnson(SJS)*, necróliseepidérmica tóxica(TEN) *Afeçõesmusculosqueléticase dos tecidosconjuntivosMialgia, dores nas extremidadesDoenças renais eurináriasHematúriaDoenças dosórgãos genitais eda mama Hemorragia do pénis,priapismo *,hematospermia, ereçãoaumentadaPerturbações geraise alterações nolocal deadministraçãoDor torácica, fadiga, sensação de calor IrritabilidadeExamescomplementares dediagnósticoFrequência cardíacaaumentada*Notificado apenas durante a vigilância pós-comercia lização** Alterações visuais da cor: cloropsia, cromatopsi a, cianopsia, eritropsia e xantopsia*** Alterações lacrimais: olho seco, alteração lacr imal, hipersecreção lacrimalNotificação de suspeitas de reações adversasA notificação de suspeitas de reações adversas após a autorização do medicamento é importante, umavez que permite uma monitorização contínua da relaç ão benefício-risco do medicamento. Pede-se aosprofissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas através do sistemanacional de notificação mencionado no Apêndice V .4.9 SobredosagemEm estudos realizados em voluntários, utilizando do ses únicas até 800 mg, as reações adversas foramsemelhantes às verificadas com doses inferiores, no entanto, as taxas de incidência e gravidade foramsuperiores. A administração de doses de 200 mg não resultou num aumento de eficácia, mas verificou-11se um aumento na incidência das reações adversas (cefaleias, rubores, tonturas, dispepsia, congestãonasal, perturbações da visão).Em casos de sobredosagem deverão ser adotadas as me didas de suporte padronizadas necessárias.
Folheto informativo: Informação para o utilizador
Pelo facto de não serem notif icadas todas as reações adversas ao Titular deAutorização de Introdução no Mercado e não serem in cluídas na base de dados de segurança, asfrequências destas reações não podem ser determinad as com segurança.9Lista tabelar das reações adversasNa tabela abaixo mencionada estão listadas todas as reações adversas clinicamente relevantes, queocorreram em estudos clínicos com uma incidência su perior ao placebo, pelo sistema de classe deórgãos e frequência (muito frequentes ( ≥1/10), frequentes ( ≥1/100, <1/10), pouco frequentes ( ≥1/1000,<1/100), raros ( ≥1/10 000, <1/1000). Dentro de cada grupo de frequên cias, as reações adversas sãoapresentadas por ordem decrescente de gravidade.Tabela 1: Reações adversas clinicamente relevantes notificadas com uma incidência superior aoplacebo em estudos clínicos controlados e reações a dversas clinicamente relevantes notificadasatravés da vigilância pós-comercializaçãoClasse de sistemade órgãos Muitofrequentes (³ 1/10)Frequentes (³ 1/100,<1/10) Pouco frequentes ( ³ 1/1000, <1/100)Raros(³ 1/10 000,<1/1000)Infeções einfestaçõesRiniteDoenças dosistema imunitárioHipersensibilidadeDoenças dosistema nervoso Cefaleia Tonturas Sonolência,hipoestesia Acidentecerebrovascular,acidente isquémicotransitório,convulsão*,recorrência deconvulsões *, síncopeAfeções oculares Alteração visual dacor**,perturbaçãovisual, visãoturva Alteraçõeslacrimais***, dorocular, fotofobia,fotopsia, hiperemiaocular, nitidezvisual, conjuntivite Neuropatia óticaisquémica anteriornão artrítica(NAION)*, oclusãovascular da retina *,hemorragia retiniana,retinopatiaarteriosclerótica,anomalia da retina,glaucoma, defeito docampo visual,diplopia, acuidadevisual diminuída,miopia, astenopia,moscas volantes,alteração daíris, midríase, visãoem halo, edema doolho, tumefaçãoocular, alteração davisão, hiperemiaconjuntival, irritaçãoocular, sensaçãoanormal no olho,edema palpebral,alteração da cor daescleróticaAfeções do ouvidoe do labirintoVertigens, acufenos Surdez10Classe de sistemade órgãos Muitofrequentes (³ 1/10)Frequentes (³ 1/100,<1/10) Pouco frequentes ( ³ 1/1000, <1/100)Raros(³ 1/10 000,<1/1000)Cardiopatias Taquicardia,Palpitações Morte súbita *, enfartedo miocárdio,arritmia ventricular*,fibrilhação auricular,angina in stávelVasculopatias Rubor,afrontamentoHipertensão,hipotensãoDoençasrespiratórias,torácicas e domediastinoCongestãonasal Epistaxe, congestãosinusal Aperto da garganta,edema nasal, securanasalDoençasgastrointestinaisNáuseas,dispepsia Doença de refluxogastroesofágico,vómito, dorabdominal alta,xerostomiaHipoestesia oralAfeções dostecidos cutâneos esubcutâneos Erupção cutânea Síndrome deStevens-Johnson(SJS)*, necróliseepidérmica tóxica(TEN) *Afeçõesmusculosqueléticase dos tecidosconjuntivosMialgia, dores nas extremidadesDoenças renais eurináriasHematúriaDoenças dosórgãos genitais eda mama Hemorragia do pénis,priapismo *,hematospermia, ereçãoaumentadaPerturbações geraise alterações nolocal deadministraçãoDor torácica, fadiga, sensação de calor IrritabilidadeExamescomplementares dediagnósticoFrequência cardíacaaumentada*Notificado apenas durante a vigilância pós-comercia lização** Alterações visuais da cor: cloropsia, cromatopsi a, cianopsia, eritropsia e xantopsia*** Alterações lacrimais: olho seco, alteração lacr imal, hipersecreção lacrimalNotificação de suspeitas de reações adversasA notificação de suspeitas de reações adversas após a autorização do medicamento é importante, umavez que permite uma monitorização contínua da relaç ão benefício-risco do medicamento. Pede-se aosprofissionais de saúde que notifiquem quaisquer suspeitas de reações adversas através do sistemanacional de notificação mencionado no Apêndice V .4.9 SobredosagemEm estudos realizados em voluntários, utilizando do ses únicas até 800 mg, as reações adversas foramsemelhantes às verificadas com doses inferiores, no entanto, as taxas de incidência e gravidade foramsuperiores. A administração de doses de 200 mg não resultou num aumento de eficácia, mas verificou-11se um aumento na incidência das reações adversas (cefaleias, rubores, tonturas, dispepsia, congestãonasal, perturbações da visão).Em casos de sobredosagem deverão ser adotadas as me didas de suporte padronizadas necessárias. Nãoé provável que a diálise renal acelere a depuração dado que o sildenafil se liga fortemente às proteínasplasmáticas e não é eliminado pela urina.5. Nãoé provável que a diálise renal acelere a depuração dado que o sildenafil se liga fortemente às proteínasplasmáticas e não é eliminado pela urina.5. PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS 5.1 Propriedades farmacodinâmicas Grupo farmacoterapêutico: Aparelho geniturinário. CódigoATC: G04B E03Mecanismo de açãoO sildenafil é uma terapêutica oral para a disfunçã o erétil. Em circunstâncias normais, isto é, comestimulação sexual, restabelece a função erétil atr avés do aumento do fluxo sanguíneo no pénis.O mecanismo fisiológico responsável pela ereção do pénis envolve a libertação de óxido nítrico (NO)nos corpos cavernosos durante a estimulação sexual.
Efeitos Colaterais e Precauções
PROPRIEDADES FARMACOLÓGICAS 5.1 Propriedades farmacodinâmicas Grupo farmacoterapêutico: Aparelho geniturinário. CódigoATC: G04B E03Mecanismo de açãoO sildenafil é uma terapêutica oral para a disfunçã o erétil. Em circunstâncias normais, isto é, comestimulação sexual, restabelece a função erétil atr avés do aumento do fluxo sanguíneo no pénis.O mecanismo fisiológico responsável pela ereção do pénis envolve a libertação de óxido nítrico (NO)nos corpos cavernosos durante a estimulação sexual. O óxido nítrico ativa a enzima guanilato ciclase,a qual induz um aumento dos níveis de monofosfato d e guanosina cíclico (GMPc), provocando umrelaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernos os, que permite o afluxo de sangue.O sildenafil é um inibidor potente e seletivo da fo sfodiesterase tipo 5 (PDE5) específica do GMPc noscorpos cavernosos, onde a PDE5 é responsável pela d egradação do GMPc. O sildenafil possui ummecanismo de ação periférico na ereção. O óxido nítrico ativa a enzima guanilato ciclase,a qual induz um aumento dos níveis de monofosfato d e guanosina cíclico (GMPc), provocando umrelaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernos os, que permite o afluxo de sangue.O sildenafil é um inibidor potente e seletivo da fo sfodiesterase tipo 5 (PDE5) específica do GMPc noscorpos cavernosos, onde a PDE5 é responsável pela d egradação do GMPc. O sildenafil possui ummecanismo de ação periférico na ereção.
Quando a ereção não dura: quando pode ser disfunção erétil?
A pressão sistólica pulmonar médiasofreu um decréscimo de 9%. O sildenafil não teve e feitos sobre o débito cardíaco, e não diminuiu ofluxo sanguíneo através das artérias coronárias est enosadas.Um ensaio, em dupla ocultação, controlado por place bo, avaliou 144 doentes com disfunção erétil ecom angina crónica estável, que tomavam regularment e medicação antianginosa (com exceção denitratos) e que foram submetidos a exercício físico até ao aparecimento de angina. Os resultadosdemonstraram a ausência de diferenças clinicamente significativas entre o sildenafil e o placebo notempo até ao início da angina limitante.Em alguns doentes, foram detetadas alterações ligei ras e transitórias na distinção das cores(azul/verde), utilizando o teste de coloração de Fa rnsworth-Munsell 100, uma hora após aadministração de uma dose de 100 mg, sem efeitos ev identes 2 horas após a administração. Omecanismo aceite para esta alteração na distinção d as cores está relacionado com a inibição da PDE6,que está envolvida na cascata de fototransdução da retina. O sildenafil não exerce efeitos sobre aacuidade visual ou sensibilidade ao contraste. O sildenafi l não exerce efeito relaxante direto sobre oscorpos cavernosos isolados, mas aumenta acentuadame nte o efeito relaxante do NO sobre estestecidos. Quando é ativada a via NO/GMPc, o que ocor re com a estimulação sexual, a inibição daPDE5 pelo sildenafil resulta num aumento dos níveis de GMPc nos corpos cavernosos.Consequentemente, é necessária a estimulação sexual para que o sildenafil produza os seus efeitosfarmacológicos benéficos esperados.Efeitos farmacodinâmicosEstudos in vitro demonstraram que o sildenafil é seletivo para a PD E5, que está envolvida no processode ereção. O seu efeito é mais potente sobre a PDE5 do que sobre outras fosfodiesterases conhecidas.Existe uma seletividade 10 vezes superior à observa da para a PDE6, a qual está envolvida na via defototransdução na retina. Administrado nas doses má ximas recomendadas, existe uma seletividade 80vezes superior, para a PDE1, e acima de 700 vezes c omparativamente com a PDE2, 3, 4, 7, 8, 9, 10 e11. Em particular, o sildenafil, tem uma seletivida de para a PDE5 superior em mais de 4000 vezes àobservada para a PDE3, a fosfodiesterase isomórfica específica do AMPc envolvida no controlo dacontratilidade cardíaca.Eficácia e segurança clínicasDois ensaios clínicos foram especificamente concebi dos para determinar o intervalo de tempo duranteo qual, após administração de sildenafil, pode ocor rer uma ereção em resposta à estimulação sexual.Num estudo de pletismografia do pénis (RigiScan) co m doentes em jejum, o tempo médio para inícioda ação naqueles que obtiveram ereções com 60% de r igidez (suficiente para relações sexuais) comsildenafil, foi de 25 minutos (intervalo de 12-37 m inutos). Num estudo RigiScan separado, osildenafil foi ainda capaz de produzir uma ereção e m resposta a estimulação sexual, 4-5 horas apósadministração da dose.O sildenafil provoca diminuições ligeiras e transit órias da pressão arterial que, na maioria dos casos ,não se traduzem em efeitos clínicos.
O que é o tadalafil?
Num estudo RigiScan separado, osildenafil foi ainda capaz de produzir uma ereção e m resposta a estimulação sexual, 4-5 horas apósadministração da dose.O sildenafil provoca diminuições ligeiras e transit órias da pressão arterial que, na maioria dos casos ,não se traduzem em efeitos clínicos. A média da des cida máxima da pressão arterial sistólica em12supino, após a administração oral de uma dose de 100 mg de sildenafil, foi de 8,4 mmHg. A alteraçãocorrespondente na pressão arterial diastólica em su pino foi de 5,5 mmHg. Estas diminuições dapressão arterial são consistentes com os efeitos va sodilatadores do sildenafil, provavelmente devido a oaumento dos níveis de GMPc no músculo liso dos vaso s sanguíneos. A administração de doses oraisúnicas de sildenafil até 100 mg a voluntários saudá veis não produziu efeitos clinicamentesignificativos no electrocardiograma (ECG).Num estudo sobre os efeitos hemodinâmicos de uma do se oral única de 100 mg de sildenafil em 14doentes com doença coronária grave (CAD) (> 70% de estenose de, pelo menos, uma artériacoronária), as pressões sistólica e diastólica médi as em repouso tiveram um decréscimo de 7% e de6% respetivamente, comparativamente aos valores de referência. A média da des cida máxima da pressão arterial sistólica em12supino, após a administração oral de uma dose de 100 mg de sildenafil, foi de 8,4 mmHg. A alteraçãocorrespondente na pressão arterial diastólica em su pino foi de 5,5 mmHg.
Que efeitos secundários raros e graves podem ser causados por Viagra
Num estudo de pequena dimensão, controlado complacebo, em doentes com degeneração macular relacio nada com a idade comprovada precocemente(n=9), o sildenafil (dose única, 100 mg) demonstrou não causar alterações significativas nos testesvisuais conduzidos (acuidade visual, grelha de Amsl er, discriminação das cores numa simulação deluzes de trânsito, perímetro de Humphrey e fotostre sse).Não se verificou qualquer efeito sobre a mobilidade ou morfologia dos espermatozoides após aadministração de doses únicas de 100 mg de sildenaf il, por via oral, a voluntários saudáveis (versecção 4.6).Outras informações relativas aos estudos clínicosEm estudos clínicos, o sildenafil foi administrado a mais de 8000 doentes com idades compreendidasentre 19-87 anos. Estas diminuições dapressão arterial são consistentes com os efeitos va sodilatadores do sildenafil, provavelmente devido a oaumento dos níveis de GMPc no músculo liso dos vaso s sanguíneos.
12. Opções alternativas ao Viagra
O sildenafi l não exerce efeito relaxante direto sobre oscorpos cavernosos isolados, mas aumenta acentuadame nte o efeito relaxante do NO sobre estestecidos. Quando é ativada a via NO/GMPc, o que ocor re com a estimulação sexual, a inibição daPDE5 pelo sildenafil resulta num aumento dos níveis de GMPc nos corpos cavernosos.Consequentemente, é necessária a estimulação sexual para que o sildenafil produza os seus efeitosfarmacológicos benéficos esperados.Efeitos farmacodinâmicosEstudos in vitro demonstraram que o sildenafil é seletivo para a PD E5, que está envolvida no processode ereção. O seu efeito é mais potente sobre a PDE5 do que sobre outras fosfodiesterases conhecidas.Existe uma seletividade 10 vezes superior à observa da para a PDE6, a qual está envolvida na via defototransdução na retina. Administrado nas doses má ximas recomendadas, existe uma seletividade 80vezes superior, para a PDE1, e acima de 700 vezes c omparativamente com a PDE2, 3, 4, 7, 8, 9, 10 e11. Em particular, o sildenafil, tem uma seletivida de para a PDE5 superior em mais de 4000 vezes àobservada para a PDE3, a fosfodiesterase isomórfica específica do AMPc envolvida no controlo dacontratilidade cardíaca.Eficácia e segurança clínicasDois ensaios clínicos foram especificamente concebi dos para determinar o intervalo de tempo duranteo qual, após administração de sildenafil, pode ocor rer uma ereção em resposta à estimulação sexual.Num estudo de pletismografia do pénis (RigiScan) co m doentes em jejum, o tempo médio para inícioda ação naqueles que obtiveram ereções com 60% de r igidez (suficiente para relações sexuais) comsildenafil, foi de 25 minutos (intervalo de 12-37 m inutos). A administração de doses oraisúnicas de sildenafil até 100 mg a voluntários saudá veis não produziu efeitos clinicamentesignificativos no electrocardiograma (ECG).Num estudo sobre os efeitos hemodinâmicos de uma do se oral única de 100 mg de sildenafil em 14doentes com doença coronária grave (CAD) (> 70% de estenose de, pelo menos, uma artériacoronária), as pressões sistólica e diastólica médi as em repouso tiveram um decréscimo de 7% e de6% respetivamente, comparativamente aos valores de referência. A pressão sistólica pulmonar médiasofreu um decréscimo de 9%. O sildenafil não teve e feitos sobre o débito cardíaco, e não diminuiu ofluxo sanguíneo através das artérias coronárias est enosadas.Um ensaio, em dupla ocultação, controlado por place bo, avaliou 144 doentes com disfunção erétil ecom angina crónica estável, que tomavam regularment e medicação antianginosa (com exceção denitratos) e que foram submetidos a exercício físico até ao aparecimento de angina. Os resultadosdemonstraram a ausência de diferenças clinicamente significativas entre o sildenafil e o placebo notempo até ao início da angina limitante.Em alguns doentes, foram detetadas alterações ligei ras e transitórias na distinção das cores(azul/verde), utilizando o teste de coloração de Fa rnsworth-Munsell 100, uma hora após aadministração de uma dose de 100 mg, sem efeitos ev identes 2 horas após a administração. Omecanismo aceite para esta alteração na distinção d as cores está relacionado com a inibição da PDE6,que está envolvida na cascata de fototransdução da retina. O sildenafil não exerce efeitos sobre aacuidade visual ou sensibilidade ao contraste. Num estudo de pequena dimensão, controlado complacebo, em doentes com degeneração macular relacio nada com a idade comprovada precocemente(n=9), o sildenafil (dose única, 100 mg) demonstrou não causar alterações significativas nos testesvisuais conduzidos (acuidade visual, grelha de Amsl er, discriminação das cores numa simulação deluzes de trânsito, perímetro de Humphrey e fotostre sse).Não se verificou qualquer efeito sobre a mobilidade ou morfologia dos espermatozoides após aadministração de doses únicas de 100 mg de sildenaf il, por via oral, a voluntários saudáveis (versecção 4.6).Outras informações relativas aos estudos clínicosEm estudos clínicos, o sildenafil foi administrado a mais de 8000 doentes com idades compreendidasentre 19-87 anos.